Autor: Marcel Leal

Design, marketing e gamificação.
www.marcelleal.com.br

Gamificação ajuda pacientes que sofreram derrame

Depois do pai e dois tios sofrerem derrames, Hoyoung Ban decidiu desenvolver algo para ajudar as pessoas a recuperar o controle das mãos.

Rapael Smart Glove da Neofect, é uma luva que “abraça” a mão do paciente com sensores nos dedos e no pulso. Um aplicativo conecta tudo via Bluetooth e insere o paciente em jogos e atividades que fortalecem a musculatura

Muitos hospitais na Europa, Asia e nos Estados Unidos já usam a luva com seus pacientes. Na CES 2017, a Neofect está lançando a Rapael para pacientes fora das clínicas. Por U$99 por mês, as pessoas podem alugar a luva e o tablet com os aplicativos para se recuperarem em casa.
Depois de sofrer um derrame, a pessoa pode perder o controle de sua musculatura. Cerca de 795mil pessoas por ano nos EUA tem um derrame. Alguns pacientes podem sofrer paralisia total, a Rapael ajuda somente pacientes que ainda tem algum movimento nas mãos.

“Eu vi o processo de reabilitação e é muito doloroso para o paciente e para a família”, diz Ban. Ele começou a trabalhar neste projeto em 2010.

A luva leva os pacientes a movimentar as mãos jogando cartas, baseball… O aplicativo mede o progresso, o tempo e registra o sucesso para os médicos acompanharem a recuperação.

Veja o vídeo!

 

via CNN

Steve mostrando algumas invenções da humanidade

Como brincar pode levar a grandes invenções

Desde sempre gostamos de brincar, ninguém é sério o tempo todo. Mas quando se trata de trabalhar, de produzir e criar algo que possa ajudar milhares, milhões de pessoas e fazer a diferença no mundo precisamos nos concentrar e parar com as brincadeiras, certo?

Errado.

Domenico de Masi é um sociólogo italiano que é conhecido mundialmente pelo seu conceito de “ócio criativo” – e pelo livro de mesmo nome. A ideia básica é que os momentos maravilhosos de bobeira que temos na vida são catalisadores para a nossa criatividade.

Ele diz que o ócio é um momento onde exercitamos a fantasia e a imaginação, ingredientes para a inovação em qualquer que seja a área. Do contrário o tédio nos consome.

Brincar e criar

De certa forma, é exatamente o que o escritor Steven Johnson nos diz neste TED. Ao nos entregarmos à fantasia e à imaginação, o brincar surge quase que naturalmente e pode trazer à tona todas conexões que a inovação precisa para acontecer.

O vídeo tem só 7 minutos, assiste aí e depois me diz o que achou! =)

Gamificação para ajudar a colocar comunidades remotas no mapa

aplicativo mapswipe

Durante uma crise humanitária é essencial para as ONG’s saber onde estão as pessoas e comunidades mais vulneráveis. E milhões de pessoas simplesmente não podem ser ajudadas porque não sabemos onde elas estão: são comunidades que não estão em nenhum mapa!

Quando os Médicos Sem Fronteiras respondem a grandes surtos de doenças com campanhas de vacinação em massa, as equipes se deslocam para cobrir áreas enormes. É aí que entra o MapSwipe, um aplicativo que qualquer um pode baixar e ajudar a identificar os aglomerados populacionais que não estão em nenhum mapa, a maioria na África, ajudando ONG’s a deslocarem suas equipes estrategicamente onde elas são mais necessárias.

O aplicativo é simples e fácil de usar. Você baixa uma área e identifica no mapa sinais de ocupação humana (casas, estradas etc). Isto é validado entre todos os usuários do aplicativo e enviado para diversas ONG’s e cartógrafos independentes que ajudam a mapear estas áreas vulneráveis que nem sabemos onde estão. E ganha pontos, sobe de nível… =)

Mais uma iniciativa bacana envolvendo ONG’s e gamificação! Baixa lá para IOS ou Android.

 

homem olhando luneta com gráfico crescente

O que não fazer na gamificação de sua equipe de vendas

homem olhando luneta com gráfico crescente

Para um projeto de gamificação com seu time de vendas funcionar bem, é necessário muito conhecimento destas pessoas e um bom planejamento para disparar os gatilhos corretos e motivar sua equipe do jeito certo.

O problema é que errar a mão nesta estratégia é fácil se falharmos nos alicerces da motivação: o que aparentemente pode incentivar a performance poucos pode desmotivar a participação da maioria da equipe.

Veja 7 pontos de atenção para você tomar cuidado e não fazer na gamificação com seu time de vendas.

1. Métricas que não façam sentido

Defina um objetivo claro para atacar com a gamificação e procure em seu CRM os indicadores que reflitam este objetivo. São com eles que você vai trabalhar na sua estratégia. A gamificação de sua equipe de vendas trata de mudar o comportamento dela, e as métricas que medem isso podem ser a quantidade de leads qualificados, propostas enviadas, reuniões… Utilizar o total de vendas fechadas (por exemplo) só estimula um comportamento que já existe na sua equipe.

2. Mirar no resultado e esquecer o comportamento

Analise o comportamento – e não o resultado – dos melhores de sua equipe e veja como você pode incentivar isto na estratégia de gamificação. Busque dados objetivos em seu CRM que possam ser expostos para o restante da equipe e estimule o crescimento destas métricas em seu time. Evite também atalhos para obter resultados rápidos, como premiar os vendedores que fecham o contrato mais rápido: você pode estimulá-los a diminuir a margem com seus clientes por exemplo.

3. Regras complicadas e falta de informação

É importante deixar as regras muito transparentes e com objetivos claros e bem definidos. Abuse de tutoriais e mensagens para incentivar ações e estimular os comportamentos. E se for partir para o digital – recomendadíssimo – escolha uma solução que possa se comunicar com seu CRM e utilizar os dados que você já tem. Não tem CRM? Comece a utilizar o excelente HubSpot: grátis pra qualquer tamanho de equipe.

4. Utilizar somente um tipo de incentivo

Uma boa estratégia de gamificação foca no seu público mas sempre utiliza algumas mecânicas para motivar mais de um perfil de jogador: objetivos individuais e em time, missões, barras de progresso, moedas virtuais, status e badges são exemplos que podem ser utilizados. Evite focar em bônus em dinheiro e prêmios na estratégia, a maioria dos vendedores vê isto como uma recompensa pela competição e reconhecimento – estes sim poderosos na motivação do time.

5. Focar na competição

Um dos pontos de sucesso numa estratégia de gamificação é balancear a competição e a colaboração. Focar somente na competição mostra ao seu time que o “como” eles realizam o trabalho não é importante. Mostre os dados em tempo real, não só sobre a performance de seu vendedor mas também sobre como ela está melhorando a performance do time como um todo. A cooperação e desafios em equipe motivam muito mais do que uma simples competição individual.

6. Estimular somente os melhores

Olhe para sua equipe e tire os 20% do topo e os últimos 20% em desempenho: nestes 60% que estão maior ganho de performance da sua equipe. Para estimular todos (e não somente os melhores), faça com que cada um dos vendedores se sinta herói de seu próprio game, mostre seus dados individuais e os compare com seus próprios recordes e objetivos. Não exclua e desmotive as pessoas novas ou que estiverem com baixa performance: compare-as com outros jogadores de desempenho semelhante, não só com os melhores.

7. Não comemorar

Não subestime o poder da comemoração para o clima de sua equipe de vendas. Mostre todos os dados em tempo real e comunique frequentemente a performance de seu time para que eles próprios percebam como estão em relação uns aos outros e comemore com eles. E cuide também para que a gamificação não fique chata, não estenda suas missões e competições por mais do que um mês. Vários desafios rolando ao mesmo tempo também é um belo estímulo para direcionar os esforços da equipe em frentes diferentes.

 

O fato é que gamificação estimula as pessoas e traz resultados reais! Uma pesquisa da Sales Force mostrou que 90.4% das empresas viram a performance de suas equipes crescer depois de iniciativas em gamificação. E nós também já vimos que a gamificação pode aumentar mais de 20% as vendas da empresa.

O importante é estarmos todos muito bem alinhados no comportamento que queremos estimular que os resultados virão.

Vamos? 😉

via The Marketing Scope

 

Trade Rally

Gamificação aumenta vendas em mais de 20%

Enquanto muitas empresas ainda enxergam a gamificação como uma tendência para o futuro e esperam, outras começam a colher o resultado desta inovação. Foi o caso de um dos clientes do Trade Rally, solução da Solvian em parceria com a Opusphere.

No final do ano, fizemos um comparativo entre duas equipes de trade de uma grande operadora móvel: metade da equipe utilizou os meios tradicionais e a outra metade indicou suas atividades pelo Trade Rally. O resultado? Um aumento de mais de 20% nas vendas!

Outros números bacanas no infográfico, veja só:

trade rally

O resultado positivo não nos surpreendeu. O que continua nos surpreendendo é que os números que estamos colhendo continuam sendo muito acima do que esperávamos. A Algar Tech por exemplo, teve mais de 60% de redução no turnover de sua equipe quando comparamos com uma operação sem a gamificação.

Este caso do Trade Rally só prova que estamos no caminho certo. Nestas semanas que acompanhamos tudo de perto comprovamos um efeito colateral que extrapola a gamificação, mas com a origem nela: o clima entre os promotores e gestão melhorou! Acompanhe no vídeo:

A comunicação entre líder e liderado deve ser constante mas pode ficar mais informal, mais leve, sem nunca deixar a seriedade e o profissionalismo. Comprova, no meu entender, que é – perdão pelo excesso – burrice achar que os mais jovens vão desrespeitar uma hierarquia ou deixar de fazer o que tem que ser feito simplesmente pelo fato de termos elementos de games no contexto profissional.

Investir na inovação pode sim ser uma bela saída para as empresas na situação atual do país. E em tempos onde tudo precisa ter ROI, posso garantir que este investimento é menos do que um cafezinho por mês por funcionário para o potencial retorno que ele trará para sua empresa! 😉

 

 

 

perfil de bartle

Qual o seu perfil de jogador segundo Bartle?

O mais importante em qualquer estratégia de gamificação é saber quem são as pessoas e quais são os elementos dos games que tem a maior probabilidade de engajá-las.

Richard Bartle analisou os jogadores de MUDs e RPGs e chegou em 4 perfis básicos com comportamentos distintos e, consequentemente, motivações distintas para jogar. São eles: os Killers, os Socializers, os Achievers e os Explorers.

Mas existem nuances em qualquer estilo de jogo das pessoas, pequenas variações nos elementos que motivam cada um e certamente você simpatiza com outros perfis que não o seu predominante.

Adaptamos então um teste para saber como estes perfis estão distribuídos em você, quer experimentar? É só ir respondendo as perguntas sobre como você se comporta nas situações de jogo abaixo!

Killer: assassino

Os Assassinos são movidos pela vontade de impor-se e ficam satisfeitos em proporcionar momentos de agonia e ansiedade nos outros jogadores. Para que eles ganhem, alguém precisa perder. São presenças frequentes no topo do leaderboard.

Achiever: conquistador

São movidos por objetivos que os destacam dos outros jogadores, geralmente alguma forma de acumular pontos – sejam eles pontos de experiência, níveis ou mesmo cupons de desconto. Eles serão atraídos por um inventário de badges ou troféus, por exemplo.

Socializer: socializador

Estão interessados em pessoas, e no que elas têm a dizer. O jogo é apenas um pano de fundo para socializarem com outros jogadores. São os maiores comentadores de status e os que motivam os desafios em time.

Explorer: explorador

São conduzidos pela vontade de descobrir o máximo possível sobre o jogo, incluindo desde o mapeamento da área geográfica até a compreensão da mecânica. Eles são curiosos e vão querer entender o porquê e como cumprir um desafio proposto.

 

Gostou? Comente, compartilhe com sua rede! 😉

Campus Party

Gamificação na Campus Party 2016

Campus Party

Na última semana aconteceu a Campus Party Brasil, o principal evento de tecnologia e empreendedorismo do país. E marcamos presença por lá, claro!

A Opusphere esteve no espaço Startup & Makers, onde 200 startups entre early e growth stage expuseram seus produtos encantando os investidores que apareceram por lá. Em nosso stand distribuímos nossos adesivinhos – que acabaram! – e mostramos aos visitantes e campuseir@s a gamificação como a grande aliada que é para a educação nas escolas e para motivação nas empresas.

Um evento gigantesco que teve mais de 8 mil participantes e por onde passou mais de 82 mil pessoas! Foram mais de 600 palestras nos 5 palcos do evento e mais de 700 horas de conteúdo, incluindo diversos workshops para a galera. Teve até casamento na Campus Party!

Escute no SmartRB, coluna da Rádio Bandeirantes sobre tecnologia, o jornalista Marcelo Pascon falando com as Startups – Opusphere aos 47 minutos! – e sobre o evento. Ainda um papo com a Mari Moon com dicas para o seu canal no You Tube, tasca o play aí.

E já que estávamos no meio dos jovens – a maioria do público, mais de 64% com até 29 anos -, aproveitamos a oportunidade para perguntar se eles já ouviram falar de gamificação. E eles não só conhecem o conceito como sabem dos benefícios e esperam que ele se espalhe, principalmente nas empresas em que trabalham. Veja só:

Foi uma ótima oportunidade de bater um papo com muitas pessoas e empresas interessantes e inovadoras. E também confirmar que ainda existe um vale entre o que os jovens estão fazendo e o que as empresas acham que eles estão fazendo…

Mas pelo que vimos na #CPBR9, esta ponte já está sendo construída muito rápido por muita gente! =)

cpbr

O que fazer na Campus Party 2016?

Campus Party 2016

Este ano acontece a nona edição da Campus Party em São Paulo. O tema para 2016 é Feel the Future, então espere muitas novidades tecnológicas que prometem revolucionar os setores econômicos do planeta na próxima década!

E a Opusphere foi selecionada como uma das Startups para expor por lá! =)

Estaremos nos dias 27 e 28 no espaço Startups & Makers explicando e mostrando tudo o que a gamificação pode fazer nas empresas e na vida das pessoas!

E pra você aproveitar a viagem fizemos uma seleção do que vai acontecer por lá na área de games e gamificação, então se programe aí!

Quarta, 27

10h30 | Gamestorming: brincando de gerar soluções, com Hilton Menezes
10h30 | As dificuldades de pesquisar o setor de games no Brasil, com nosso amigo Moacyr Alves
14h30 | Como localizar bem um game no Brasil?, com Paula Iannelli que traduziu The Witcher 3 para o Brasil
16h30 | Live Game Code, desenvolvendo um game ao vivo com o Prof. Isidro. Veja os vídeos do Isidro, muito bacanas!
17h30 | Cyberbullying e violência contra mulheres na cultura pop e nos games, debate extremamente necessário com Paola Rodrigues, Daniela Rigon e Ana Paula Rita Souza Prata
18h15 | Novo Cartola FC: as novidades do maior fantasy game do Brasil, debate com mediação de Felipe Andreoli
21h15 | Games na Realidade Virtual e Entretenimento Imersivo, com Flávia Gasi e Marcelo Eduardo
22h15 | Entenda a Global Game Jam e outras maratonas de criação de jogos digitais, com Bruno Campagnolo

Quinta, 28

10h00 | Leitor de Ondas Cerebrais – Game que auxilia na integração entre paciente e cuidador, uma experiência do Paulo Fabian (gratuito!)
10h30 | Quebrando estereótipos: Aprenda a criar de personagens para games, heróis e vilões com Rebeca Puig e Alice Mattosinho
11h45 | Como surgiram os games brasileiros?, com Renato Degiovani, o primeiro desenvolvedor de jogos no Brasil.
14h30 | Otimização completa de Computadores e Plataformas Gamers: extraindo o máximo de performance. Até 30% de performance a mais na sua máquina com o Daniel Augusto
16h30 | Como fazer seu óculos de realidade virtual Beenoculus e criar games, este está esgotado! =P
21h15 | Gravação de gameplay do Jovem Nerd, dispensa apresentações…

Sexta, 29

0h00 | Games + Gamers: Como começar sua comunidade, com o Bruno Sica, fundador da comunidade Games + Gamers
0h00 | Então você quer ser um game developer?, com o pessoal da Mad Pixel
10h30 | Aprenda métodos alternativos para otimizar a criação de música em games, workshop que aborda métodos e fundamentos para a criação de músicas para games
11h45 | Empatia e Ética nos Games, com Nath Vilya do Minas Nerds e Beatriz Blanco que já falou com a gente no Bonus Stage
14h30 | Aprenda (de vez!) a fazer os melhores gameplays brasileiros no YouTube, com Thiago Alves, Malena e Guilherme Botelho
16h30 | Conheça a Lenda do Herói, game dos Irmãos Castro, auto explicativo. =)
21h15 | Como fazer conteúdo de games em podcasts e vídeos? Um belo painel recheado de feras: Caio Corraini, Alexandre Ottoni, Rodrigo Sanches, André Bacchi e Thiago Romariz

Sábado, 30

14h00 | Mistério na Campus Party – Um Alternative Reality Game (ARG), uma experiência e um workshop com Paula Carolei
14h30 | Como pode funcionar a gamificação para as empresas e para a sociedade? Com Gilson Schwartz, representante da Games for Change e pesquisador da USP, e Thaís Chioqueti, colunista do site Drops de Jogos.

Nos vemos lá! 😉

4 razões para se investir em gamificação

Estamos atravessando um momento delicado na economia, mas o mercado de gamificação continua crescendo ano após ano.

Se você ainda está se perguntando se vale a pena investir para deixar as coisas um pouco mais divertidas para o pessoal aí na sua empresa, principalmente nos treinamentos, o pessoal do 24×7 learning separou 4 boas razões para mostrar que você deveria sim considerar a gamificação como um bom investimento para 2016.

Veja o infográfico que preparamos:

Infográfico - 4 razões para investir em gamificação

Para usar no seu blog é só copiar abaixo o código! =)

<a href="http://opusphere.com/4-razoes-para-se-investir-em-gamificacao"><img src="http://www.opusphere.com/site/wp-content/uploads/2016/01/infografico.png" alt = "Infográfico: 4 razões para se investir em gamificação" /></a>

 

Crise

Especialista fala sobre investir em treinamentos na crise

crise

O ano começou a mil e tem muita gente grande dizendo que vai ser complicado – de novo. Tudo o que resta para as empresas é aproveitar para se preparar, reciclar sua equipe para buscar ser mais eficiente.

Carlos Júlio foi presidente da Tecnisa S.A, presidiu a HSM do Brasil por 8 anos e tem uma coluna diária na CBN falando sobre gestão. Na última segunda este foi o tema de seu comentário, ouça só:

As empresas podem (devem) aproveitar esta época de vacas magras para reciclar seus funcionários com treinamentos, é neste tipo de investimento que está a saída de qualquer crise. Com uma equipe bem preparada a empresa tem uma bela vantagem quando essa poeira toda baixar.

E, lógico, o Ludome pode ser um grande aliado nesta tarefa! Além de tornar divertida aquelas 2, 4 horas de treinamento, a equipe ainda pode continuar consultando o conteúdo – e ganhando pontos – quando quiser!

Estão se preparando por aí? Conta pra gente!