Brain Chase: aprendendo nas férias

Brain Chase

Todo mundo já fala em como a gamificação pode ajudar na educação, no processo de aprendizagem nas salas de aula e durante os exercícios… mas e nas férias?

Para isso Allan Staker e Heather Staker criaram o Brain Chase. A ideia é entreter a criançada durante as férias envolvendo-as numa caça ao tesouro pelo mundo com tudo o que qualquer Indiana Jones tem direito: enigmas, desafios, inimigos, objetos históricos, vilões… Veja o vídeo (inglês):

A história gira em torno de um grupo de exploradores liderados por Mae, que saem em busca do Globo de Magellan, um artefato único usado por um famoso explorador, feito de pedras preciosas e ouro puro. A lenda diz que o último a ter visto o Globo seria Tate Grayson, um famoso explorador que possuía uma coleção de tesouros em algum lugar do planeta, mas que ninguém jamais soube da localização. Na busca além dos desafios, enigmas e armadilhas, eles ainda correm para encontrar o artefato antes de  Savannah, um caçador de tesouros rival.

O objetivo é simples ao cativar os mini exploradores: entretê-los durante as férias de verão dos Estados Unidos, reforçando o que eles aprenderam em sala de aula.

O valor para participar da caçada começa em U$149 e inclui 3 ferramentas reais para os aventureiros (uma bússola, um anel decodificador e um projeto misterioso) entregues em casa, conforme forem completando as missões. Ainda participam da caçada ao Globo de Magellan que vale U$10mil (somente para os residentes de alguns estados dos EUA). Todos os dados de progresso no jogo são enviados aos pais e uma equipe de professores vai revisar todos os exercícios que fazem parte dos desafios e enigmas.

A gamificação da educação já é inevitável e a fronteira entre quem ensina e quem aprende, entre o que é sério e o que é diversão, está sumindo. Cada vez mais veremos exemplos como este, onde o aprendizado extrapola os limites físicos de tempo e espaço que foram determinados no século passado…

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