Os atletas Tommie Smith e John Carlos

Os 10 mitos da gamificação

Este post do Mark Schreiber (Gametize) já tem um ano mas ainda vale a leitura. Então vamos traduzir aqui! =)

#1 Gamificação é novo.
Diga isso para Adão e Eva que fizeram história com o desafio da maçã…

#2 É uma moda passageira.
Porque as pessoas sempre dizem “moda passageira”? Toda moda não é passageira? De qualquer forma, se o assunto não é novo não pode ser moda. A “moda” que tanto falam é a gamificação digital, com o acesso à tecnologia mais fácil e os smartphones cada vez mais baratos…

#3 É inútil porque é superficial.
Ei, você não fica largado na praia ou gasta R$150 no salão de beleza para benefício interno do seu corpo… A não ser que esteja em um casamento ou funeral, não há nada errado em ser superficial.

#4 Este nome é muito feio para durar.
Você se engana se acha que uma palavra pode arruinar um conceito. Você pode dizer “emprendedorismo”?

#5 Gamificação não é diferente dos games: é uma distinção sem diferença.
Os jogos olímpicos são o game. A cerimônia de entrega das medalhas, com hinos e bandeiras são a gamificação. “Os jogos deixam as pessoas escaparem do mundo real. Gamificação deixa as pessoas escaparem no mundo real.” – Keith, do GameMaki.

#6 É menos importante do que um jogo real.
Então porque as pessoas choram tanto na entrega das medalhas? A cena do orgulho negro nas olimpíadas de 1968 no México é mais lembrada do que a própria prova que participaram…

Os atletas Tommie Smith e John Carlos
Os atletas Tommie Smith e John Carlos

#7 Ninguém vai pagar por isso.
Todo mundo já paga. Seja em programas de afiliados ou sorteios na igreja. Os críticos subestimam o nível em que as pessoas já estão habituadas à gamificação.

#8 Gamificação é uma ciência
Não, é uma arte.

#9 Gamificação é fácil
Então faça você mesmo.

#10 Gamificação explora as pessoas
Explora quando mal feita. Quando bem feita ela engaja as pessoas.

via gametize